terça-feira, 12 de junho de 2012

Capítulo 34


Uma prisão. Com o chão nojento e barras entre ela e o dorminhoco Stefan.
Entre ela e Stefan!
Era realmente ele, Elena não sabia como pôde saber. Induvidavelmente eles podiam girar e
mudar as percepções ali. Mas bem na hora, talvez porque ninguém esperava que ela caísse
em uma prisão, ninguém estava preparado para fazê-la duvidar de seus sentidos.
Era Stefan, ele estava mais magro que antes, se viam os ossos de suas bochechas. Ele estava
lindo e sua mente se sentia bem, a mistura correta de honra, amor e escuridão, e luz e
esperança e um desolado entendimento do mundo em que vivia.
“Stefan! Oh, me abrace!”
Ele se levantou e se sentou sonolento “Pelo menos me deixem dormir! E enquanto isso vai e
muda essa cara vadia!”
“Stefan! A linguagem!”
Ela viu que os músculos dos ombros de Stefan se congelaram.
“O que você... disse?”
“Stefan... sou realmente eu. Não te culpo por xingar. Eu amaldiçoei todo este lugar e aos dois
que te trouxeram para cá...”
“Três” ele disse cansadamente e flexionou sua cabeça “saberias se você fosse real. Vai e
deixa que eles te ensinem sobre meu irmão traidor e seus amigos que levam pessoas com
coroas de...”
Elena não podia esperar para debater sobre Damon agora “Pelo menos você pode me olhar?”
Ela o viu virar-se lentamente, olhou de vagar e então ele o viu pular das plataformas feitas de
um feno que se via doentio e o viu olhar-la fixamente como se fosse um anjo caído do céu.
Então ele se virou e cobriu os ouvidos com as mãos.
“Sem acordos” disse chateado “Nem sequer os menciones. Vai, te vês melhor, mas continuas
sendo um sonho”
“Stefan!”
“Disse pra ir embora!”
Estava perdendo tempo e isto era muito cruel, depois de tudo o que iam falar.
“A primeira vez que você me viu foi saindo da sala da diretora no dia que trouxe seus papeis
da escola e influenciaste a secretaria. Você não precisou me ver para saber como me via.
Uma vez te contei que tinha me sentido uma assassina porque tinha dito ‘Papai, olha’ e
apontei – algo fora – justo antes do acidente de carro que matou meus pais. Jamais pude
lembrar o que era que estava vendo. A primeira palavra que aprendi a dizer depois de voltar
do além foi Stefan. Uma vez você me viu no reflexo do espelho retrovisor do carro e disse
que eu era sua alma...”
“Você não pode parar de me torturar? Elena – a Elena real – seria muito inteligente para vir
aqui e arriscar sua vida”
“Onde é ‘aqui’?” disse Elena assustada “Se supõe que devo saber se vou te tirar daqui”
Lentamente Stefan deixou de cobrir seus ouvidos e inclusive mais de vagar se virou outra
vez.
“Elena?” ele disse como uma criança morrendo que tinha visto um fantasma em sua cama
“Não pode ser real, você não pode estar aqui”
“Não acho que seja. Shinichi fez uma casa mágica que pode te levar ao lugar que quiser se
girar e abrir a porta com esta chave. Eu disse ‘Algum lugar onde possa ver, ouvir e tocar
Stefan’. Mas” – ela olhou para baixo – “você disse que não posso estar aqui, talvez é uma
ilusão”
“Silencio!” agora Stefan estava apertando as barras em seu lado da cela.
“É aqui onde você há estado? O Shi no Shi?”
Ele lhe deu um pequeno sorriso – não um real “Não exatamente o que nenhum de nós
esperaria, certo? E ainda eles não mentiram em nada do que disseram, Elena. Elena! Disse
‘Elena’. Elena, realmente você está aqui”
Elena não conseguiu resistir perder mais tempo, ela deu um par de passos pela palha úmida,
rachada e algumas criaturas, fazia as barras que a separava de Stefan.
Então ela levantou seu rosto, apertando as barras com cada mão e fechando as mãos.
O vou tocar, vou, vou. Sou real, ele é real – O vou tocar!
Elena se inclinou para baixo – para sentir-la, pensou ela – e então uns lábios cálidos tocaram
os seus.
Ela passou seus braços pelas barras porque ambos tinham seus joelhos fracos: Stefan
surpreso de que ele pudesse tocar-la e Elena aliviada e soluçando de alegria. Mas – não tinha
tempo.
“Stefan, bebe meu sangue – Bebe!”
Ela buscou desesperada algo para se cortar. Stefan devia necessitar sua força e não importava
o que Damon tivesse bebido dela, ela sempre teria suficiente para Stefan. Se isso a matasse,
teria suficiente. Ela estava mais feliz agora que quando na tumba de Damon, a persuadiu
para que bebesse o seu.
“Calma, calma meu amor. Se quer dizer, te poderia morder, mas...”
“Faz agora!” Elena Gilbert, a princesa de Fell’s Church, ordenava. Ela inclusive teve a força
para se por de joelhos. Stefan lhe deu uma olhada meio culpado.
“AGORA!” Elena insistiu.
Stefan mordeu seu pulso
Era uma sensação estranha. Doía um pouco mais quando perfurava seu pescoço, mas tinha
umas boas veias ali, ele sabia, ela confiou que Stefan encontraria a mais grande, e beberia
uma quantidade a tempo. A urgência dela tinha se transformado na dele.
Mas quando ele tratou de correr para trás, ela agarrou seu cabelo ondulado e disse “Mais,
Stefan. Você precisa – oh, posso dizer, não temos tempo para discutir”
A voz de comando, Meredith lhe havia dito uma vez que ela tinha, que ela podia comandar
exércitos. Bem, talvez ela teria que comandar exércitos para entrar ali e salvar Stefan.
Vou conseguir um exercito em algum lugar, pensou ela.
A fome desenfreada que havia tido Stefan – ele obviamente não tinha se alimentado desde
que se viram na ultima vez – estava morrendo na mais normal toma de sangue que ela
conhecia. Sua mente se misturou com a dela.
‘Quando você diz que vai conseguir um exercito, acredito. Mas é impossível, ninguém
jamais volta’.
‘Bem, você vai fazer. Eu vou tirar você daqui’.
‘Elena, Elena...’
‘Beba’ disse ela, sentindo-se como uma mãe Italiana ‘Tanto quanto possas sem adoecer’
‘Mas como – não, me diz como você veio. Essa era a verdade?’
‘A verdade, sempre te digo a verdade. Mas, Stefan, como posso te tirar daqui?’
‘Shinichi e Misao – os conheces?’
‘O suficiente’
‘Cada um deles tem a metade de um anel, juntos fazem uma chave. Cada parte tem uma
forma como de uma raposa correndo. Mas quem sabe onde podem ter escondido as peças? E
como digo, para entrar neste lugar é preciso um exercito...
‘Vou encontrar as peças do anel de raposa, vou junta-las, vou conseguir um exercito e vou te
tirar daqui.
‘Elena, não posso continuar bebendo, você vai sofrer um colapso’.
‘Estou bem e não colapsando. Por favor, continua’.
‘Dificilmente posso acreditar que é você –’
“Não me beije! Bebe meu sangue!”
‘Senhora! Mas Elena, sério, estou cheio. Mais que cheio.
‘E amanhã?’
“Vou continuar cheio” Stefan pressionou com o polegar as veias que tinha perfurado “Na
verdade não posso, amor”.
“E o dia seguinte?”
“Controlarei”
“Você fará – porque trouxe isto. Me abrace, Stefan” ela disse vários decibéis mais suave
“Me abraça através das barras”
Ele fez, confuso, enquanto ela assoviava em seu ouvido “Aja como se me quisesses, acaricia
meu cabelo. Diga coisas lindas”
“Elena, meu pequeno amor lindo...” ele ainda estava bastante perto mentalmente para dizer
telepaticamente: ‘Aja como se me quisesses?’ Mas enquanto suas mãos estavam acariciando
seus cabelo, as mãos de Elena estavam ocupadas. Ela estava transferindo desde dentro de sua
roupa a sua uma pequena garrafa de vinho de Magia Negra.
“Mas aonde você a conseguiu?” sussurrou Stefan atônito.
“A casa mágica tem de tudo. Estava esperando minha oportunidade para te dar por se
necessitasses”
“Elena – ”
“Quê?”
Stefan parecia estar lutando com algo. Por ultimo, sem levantar os olhos do chão, ele
sussurrou “Não está bem, não posso me arriscar que te matem por algo impossível. Me
esqueça”
“Coloca teu rosto pelas barras”
Ele a olhou, mas não perguntou só obedeceu.
Ela lhe deu um tapa.
Não foi um tapa forte... ainda que a mão de Elena tenha machucado ao se chocar com o ferro
do outro lado.
“Agora sinta vergonha!” disse ela e antes que ele pudesse falar ela disse “Escuta!”
Houve uns barulhos – longe, mas chegando perto.
“É você a quem procuram” disse Stefan repentinamente frenético “Você tem que ir!”
Ela só o olhou firmemente “Te amo, Stefan”
“Te amo, Elena. Para sempre”
“Eu – oh, me desculpe” ela não podia ir, tinha algo. Era como Caroline falando e falando no
quarto de Stefan sem nunca ir, ela poderia ficar aí falando, mas não podia fazer.
“Elena! Você tem que fazer. Não quero que você veja o que eles fazem – ”
“Vou matá-los”
“Você não é uma assassina, você é uma guerreira, Elena – e você não deveria ver isto. Por
favor? Lembra que uma vez você me perguntou se queria ver quantas vezes você poderia me
fazer dizer Por Favor? Bem, cada um agora conta por mil. Por favor? Você vai por mim?”
“Um beijo mais...” seu coração batia como um pássaro frenético dentro.
“Por favor!”
Com os olhos cegos por lágrimas, Elena virou e agarrou a porta da cela.
“Qualquer lugar fora da cerimônia onde ninguém possa me ver!” ela soltou um grito apagado
e abriu a porta do corredor com a chave e deu um passo.
Pelo menos ela tinha visto Stefan, mas por quanto tempo manteria para que seu coração não
se machucasse outra vez –
– Oh, meu Deus, estou caindo –
– Ela não sabia.
Elena se deu conta que estava em algum lugar fora da pensão – ao menos uns 89 pés de
altura – e caindo em espiral. Sua primeira conclusão no meio do pânico era que ia morrer e
então seu instinto bateu com as mão e braços, e bateu com as pernas e pés e as arrumou para
deter sua caída a 20 agonizantes pés de altura.
Perdi minhas asas que voam para sempre, né? Ela pensou concentrando-se em um só lugar
no meio de suas omoplatas. Ela soube onde deviam estará – e nada aconteceu.
Então cuidadosamente, fez seu caminho polegadas mais perto do tronco, parando só para
mover um galho mais alto a uma larva que estava compartilhando o galho com ela. E se
empenhou para encontrar um lugar onde pudesse sentar e apoiar suas costas. Era de longe
um galho demasiado alto para seu gosto pessoal.
E ali estava, ela se deu conte que podia ver o mirante do teto da pensão claramente e que
enquanto mais via cada coisa particular, mais clara era sua visão. Mais visão de vampiro,
pensou ela. Isso lhe mostrava que ela estava mudando. Se não – sim, de algum modo o céu
estava ficando mais claro.
O que mostrou a ela foi uma escura e vazia pensão, o que era incomodo era o que o pai de
Caroline tinha dito sobre ‘A Reunião’ e do que tinha escutado telepaticamente de Damon
sobre os planos de Shinichi para quando a lua acendesse. Poderia esta não ser a pensão real,
se não outra armadilha?
“Conseguimos!” Bonnie chorou enquanto eles se aproximavam da casa. Ela sabia que sua
voz era estridente, era mais que estridente, mas de alguma maneira o sinal de luz na pensão,
como uma árvore da natal com uma estrela na ponta, a consolou, inclusive sabendo que tudo
estava mal. Ela sentiu que podia chorar de alivio
“Sim, conseguimos” a voz profunda do doutor Alpert disse “De todos nós, Isabel é a que
necessita de tratamento mais rápido. Theophila, traga seu medicamentos, e alguém mais
pegue Isabel e a leve correndo ao banheiro”
“Eu faço” Bonnie tremeu depois de uma breve duvida “Ela vai estar calma como agora, né?
Verdade?”
“Eu vou com Isabel” disse Matt “Bonnie, você vai com a Sra. Flower e a ajuda. E antes de
que entremos quero deixar clara uma coisa: ninguém vai sozinho a nenhum lugar, todos
vamos andar de dois ou três” tinha algo de autoridade em sua voz.
“Tem sentido” disse Meredith rapidamente e tomou seu lugar com o doutor “É melhor que
tenhas cuidado, Matt. Isabel é a mais perigosa”
Ai foi quando começaram a soar umas vozes altas e finas fora da casa. Soava como a duas ou
três garotas pequena cantando.
“Isa-chan, Isa-chan, bebeu seu chá e jantou sua avó”
“Tamy? Tamy Brice?” Meredith exigiu abrindo a porta enquanto o coro começava outra vez.
Ela se precipitou para frente, então agarrou o doutor da mão e o arrastou a seu lado enquanto
ela se precipitava outra vez.
E sim, Bonnie viu, tinha três pequenas figuras, uma em pijama e as outras em trajes de noite,
e elas eram Tamy Brice, Kristin Dunstain e Ava Zarinski. Ava só tem onze anos, pensou
Bonnie, ela nem sequer vive perto de Tamy ou Kristin. As três soltavam risadinhas
estridentes. Então as três começaram a cantar outra vez e Matt foi para trás de Kristin.
“Me ajudem!” chorou Bonnie. Ela estava de repente transformada em um potro selvagem
que arremetia dando coices em cada direção. Isabel parecia ter ficado louca e mais louca
ficava quando voltava a soar a canção.
“A peguei” disse Matt fechando-a em seu abraço de urso, mas nem sequer os dois podiam a
manter quieta.
“Vou lhe dar outro sedativo” disse o doutor e Bonnie viu o olhar que deram Matt e Meredith
– olhadas de suspeita.
“Não – não, deixe que a Sra. Flowers faça isso” disse Bonnie desesperada, mas a injeção já
quase estava no braço de Isabel.
“Não vai lhe dar nada” disse Meredith chateada, deixando cair a farsa e com um chute,
mandou a injeção pelos ares.
“Meredith o há de errado com você?” gritou o doutor, virando seu braço dolorido.
“O que importa é o que há de errado com você. Quem é você? De onde é? Esta não pode ser
a pensão real”
“Obaasan! Sra. Flowers! Vocês podem nos ajudar?” Bonnie soltou um grito apagado ainda
tentando segurar Isabel.
“Vou tentar” disse a Sra. Flowers determinada se dirigindo para ela.
“Não, digo com o doutor Alpert – e talvez Jim. Não se sabe – algumas palavras mágicas –
para fazer que as pessoas tomem sua verdadeira forma?”
“Oh!” disse Obaasan “Posso ajudar com isso. Só me deixe descer, querido Jim. Vamos ter
todos em sua verdadeiras formas em um instante”
Jaineela era uma estudante do segundo ano com olhos grandes, sonhadores, que estavam
geralmente perdidos em um livro. Mas agora, era quase meia noite e o avô não tinha
chamado, ela fechou o livro e olhou Ty. Tyrone parecia grande, violento e cruel no campo de
jogo, mas por fora ele, era ele mais agradável, amável e gentil irmão mais velho que uma
garota podia ter.
“Você acha que o vô estpa bem?”
“Hm?” Tyrone tinha seu nariz em um livro, também, mas era um desses livros ajuda-para
entrar-na-universidade-de-seus-sonhos. Com um futuro, tinha que tomar umas sérias
decisões “Claro que está”
“Bem, pelo menos vou ver como está a garota pequena”
“Quer saber, Jay?” ele lhe deu um empurrão com o dedo do pé debochando “Você se
preocupe muito”
Em uns momentos ele estava perdido outra vez no capítulo seis “Como Fazer O Melhor
Serviço na Comunidade” mas então os gritos começaram a cima dele. Longos e altos gritos –
da voz de sua irmã. Ele deixou cair o livro e correu.
“Obaasan?” começou Bonnie.
“Só um momento, querida” disse a avó Saitou. Jim a desceu e agora ela o estava olhando
diretamente: ela olhou de cima a baixo. E tinha algo... muito mal a respeito.
Bonnie sentiu uma onde de puro terror. Jim pôde ter feito algo ruim a Obaasen enquanto a
tinha presa? Claro que pôde, porque não tinha pensado nisso? E ali estava o doutor com sua
seringa, pronto para tranqüilizar a qualquer que ficasse histérico. Bonnie olhou para
Meredith que estava tentando dar um jeito nas duas meninas se retorcendo, e quem só pôde
olhar-la impotentemente.
Está bem, então, Bonnie pensou. Vou chutá-lo onde mais lhe dói e cou afastá-lo da idosa. Ela
virou para Obaasan e ficou congelada.
“Só uma coisa que tenho que fazer...” disse Obaasan. E ela estava fazendo, Jim estava
dobrado na cintura para Obaasan que estava nas pontas do pé. Eles estavam fechados em um
intimo e profundo beijo.
Oh, Deus!
Eles tinham encontrado quatro pessoas no bosque – e duas estavam loucas e dois sãos, como
podiam dizer ele quais eram os loucos? Bem, se dois deles viam coisas que não estavam ali...
Mas a casa estava ali, Bonnie pôde ver também. Ela estava louca também?
“Meredith, vamos sair daqui!” gritou ela, seus nervos tinham quebrado por completo, ela
começou a correr para fora da casa a caminho do bosque.
Algo desde o céu a levantou tão fácil como uma coruja recolhe um rato e a segurou com um
implacável aperto de ferro.
“Você ia a algum lugar?” a voz de Damon perguntou por cima dela enquanto ele planava os
últimos metros para parar com ela elegantemente em baixo de uns de seus braços de aço.
“Damon!”
Os olhos de Damon estavam levemente fechados, como se estivesse pensando em uma
brincadeira que só ele podia ver “Sim, a versão malvada em pessoa. Me diga algo, minha
pequena furiosa ardente”.
Bonnie de fato estava exausta para tentar fazer, ela nem se quer tinha tido êxito chorando
sobre sua roupa.
“O quê?! Pulou ela. Possuído ou não, Damon a tinha visto pela ultima vez quando ela o tinha
chamado para que a salvara da loucura de Caroline. Mas de acordo com os últimos fatos de
Matt, ele tinha feito algo horrível com Elena.
“Porque as garotas amam transformar um pecador? Porque você não pode apenas beber delas
sem que estejam pensando que já te reformarão?”
Bonnie não tinha idéia do que ele estava falando, mas pôde adivinhar “O que você fez com
Elena?” disse ela ferozmente.
“Dar o que ela queria, isso é tudo” disse Damon e seus olhos brilharam “Tem alguma coisa
errada nisso?”
Bonnie, assustada por esse brilho, nem sequer tentou correr outra vez, sabia que não serviria
de nada. Ele era mais rápido e forte e podia voar. De algum modo ele tinha visto em seu
rosto: um estilo nada piedoso distante. Eles não era spo Damon e Bonnie ai juntos. Eram o
predador natural e a presa natural.
E agora ela estava ali de volta com Jim e Obaasan – não, com um garoto e uma garota que
nunca tinha visto. Bonnie chegou a tempo para ver a transformação. Ela viu o corpo de Jim
encolher-se e seu cabelo ficar preto, mas isso não foi o impressionante do assunto. O
impressionante eram as pontas, seu cabelo não era preto se não carmesim, eram as chamas
que se elevavam para a escuridão desde as pontas, seus olhos eram dourados e sorridentes.
Ela viu o pequeno corpo de Obaasan crescer e ficar mais jovem, alto e forte. Essa garota era
linda; Bonnie tinha que admitir. Ela tinha olhos lindos pretos azulados e um cabelo suave
que caia quase até a cintura. E seu cabelo igual ao de seu irmão – só que o vermelho era mais
brilhante e escarlate em vez de carmesim. Ela estava vestindo uma blusa preta frente única
que mostrava o delicada que era em cima. E, com certeza, umas calças de couro que
mostravam o mesmo no inferior. Ela estava usando umas sandálias de salto que pareciam
caras e sua unhas estavam pintadas com o mesmo tom vermelho das pontas de seu cabelo.
Em seu cinto com um circulo elegante tinha um chicote enroscado com um cabo preto.
O doutor Alpert disse lentamente “Meus netos...?”
“Eles não tem nada haver com isto” disse o garoto com o cabelo estranho sorrindo
encantadoramente “Enquanto se manterem ocupados em seus assuntos, não tem que se
preocupar com eles”
“É suicídio ou tentativa de suicídio – ou algo” disse Tyrone ao departamento de policia
quase chorando “Acho que era um garoto de nome Jim, que ia o ano passado ao colégio.
Não, não tem nada haver com drogas – só vim ver minha irmã mais nova Jayneela que está
de babá – olhe, só venha, ok? Este garoto tem quase todos os dedos mordidos. E quando vim,
ele disse ‘Sempre vou te amar, Elena’ e ele pegou um lápis e – não, não posso dizer se está
vivo ou morto. Mas lá em cima tem uma idosa e estou seguro de que está morta. Porque não
está respirando”
“Quem demônios é você?” Matt estava dizendo vendo o garoto rapidamente.
“Sou o –”
“ – e que demônios está fazendo aqui?”
“Sou o demônio Shinichi” o garoto disse em voz alta se vendo chateado pela interrupção.
Matt só o olhou fixamente, ele acrescentou com voz chateada “Sou o kitsune – o homem
raposa. Você pode dizer – quem esteve fazendo desastres com sua cidade, idiota. Vim desde
o outro lado do mundo para fazê-lo, e acho que pelo menos deverias me escutar. E esta é
minha adorável irmã, Misao. Somos gêmeos”
“Não me importa se são trigêmeos. Ele disse que alguém além de Damon estava por trás
disso. E também Stefan antes de – e que fizeram a Stefan? O que fizeram com Elena?”
Enquanto os dois estranhos se eriçavam um ao outro – o que era literal no caso de Shinichi,
desde que seu cabelo estava quase se levantando no final – Meredith estava identificando
com o olhar a Bonnie, o doutor Alpert e a Sra. Flowers. Então ela olhou para Matt e tocou
ligeiramente o peito, ela era a única mulher suficiente forte para manejar-lo. Ainda que o
doutor Alpert assentiu brevemente que queria dizer que a apoiaria.
E então enquanto os garotos estavam trabalhando em gritar mais forte, Misao estava soltando
risadinhas no chão e Damon estava inclinado na porta com os olhos fechados, eles se
moveram. Se nenhum sinal de se unir a eles, eles estavam correndo instintivamente como um
grupo. Meredith e o doutro Alpert agarraram Mattt de cada lado e simplesmente o
levantaram pelos pés justo no momento em que Isabel pulou em cima de Shinichi com um
grito brusco.
Eles não esperavam nada dela, mas certamente foi conveniente, Bonnie pensou enquanto
corria a toda velocidade sobre os obstáculos sem nem sequer vê-los. Matt ainda seguia
gritando e tentando correr do outro lado e tirar alguma primitiva frustração em Shinichi, mas
ele nem sequer pôde se libertar para fazer.
Bonnie apenas pôde acreditar quando estiveram no bosque outra vez. Inclusive a Sra.
Flowers tinha os seguido e a maioria ainda tinha suas lanternas.
Era um milagre, eles tinha escapado de Damon. O assunto agora era que ficassem muito
calados e tentar passar pelo Velho Bosque sem incomodar ninguém, talvez poderiam
encontrar o modo de chegar a verdadeira pensão, eles decidiram. Então podriam planejar
como salvar Elena de Damon e seus dois amigos. Inclusive no final Matt teve que admitir
que era pouco provável derrotar a força de três criaturas sobrenaturais.
Bonnie só desejava poder levar Isabel com eles
“Bem, de todo jeito temos que ir para a verdadeira pensão” disse Damon enquanto Misao
tinha Isabel submetida e meio inconsciente “Aí é onde vai estar Caroline”
Misao parou de olhar para Isabel e pareceu começar um pouco “Caroline? Para quê a
queremos?”
“Tudo é parte da diversão, não?” disse Damon em sua voz mais encantadora.
Shinichi parou no instante de se ver martirizado e sorriu.
“Essa garota – é a que tem estado usando como portador, não?” ele olhou travessamente a
sua irmã que sorriu um pouco.
“Sim, mas – ”
“Entre mais seja a diversão” disse Damon mais alegre a cada minuto. Ele não pareceu
perceber que Shinichi sorriu malignamente a Misao atrás de suas costas.
“Não fique com ciumes, querida” ele disse a ela fazendo cosquinhas no seu queixo enquanto
seus olhos dourados brilhavam “Jamais coloquei os olhos nessa garota. Mas com certeza, se
Damon diz que será divertido, é porque será” o sorriso maligno de converteu em um sorriso
cheio.
“E não há nenhuma probabilidade de que algum deles na realidade escapem de tudo? Disse
Damon quase ausente vendo a escuridão do Velho Bosque.
“Me dê um pouco de credito, por favor” disse o kitsume “Você é malvado – um vampiro,
não? Não se supõe que passes o tempo no bosque”
“É meu território, junto com o cemitério – ” Damon estava começando suavemente, mas
Shinichi estava determinado a terminar primeiro desta vez “Eu vivo no bosque” disse ele “Eu
controlo as árvores, os arbustos – e trouxe um monte de experiência comigo, já os verá.
Então para responder a sua pergunta, não, nenhum deles vão escapar”
“Isso foi tudo o que perguntei” disse Damon ainda suavemente, mas bloqueou os olhares
com os olhos dourados por outro longo momento. Então ele encolheu os ombros e se virou
olhando a lua que alcançava a ver no meio dos espirais de nuvens no horizonte.
“Temos horas antes de que comece a cerimônia ainda” disse Shinichi atrás dele
“Dificilmente vamos chegar tarde”
“é melhor que não estejamos” murmurou Damon “Caroline poderia dar uma muito espantosa
imitação dessa garota perfurada em um ataque de histeria quando as pessoas chegam tarde”
De fato a lua estava se elevando no alto do céu enquanto Caroline dirigia o carro de sua mão
ao alpendre da pensão. Ela tinha colocado um vestido de noite que se via como se tivesse
sido pintado nela em suas cores favoritas, bronze e verde. Shinichi olhou Misao que soltou
risadinhas cobrindo sua boca com a mão e olhando para baixo.
Damon levou Caroline pelo alpendre a porta da frente e disse “Por este caminho aos
melhores lugares”
Houve algo de confusão enquanto as pessoas embicavam elas mesmas ordenadamente.
Damon falou alegremente para Tamy, Kristin e Ava: a galeria do amendoim para vocês três,
me temo. Isso significa que sentem no chão, mas si se comportarem bem, a próxima vez as
deixo sentarem com nós”
As outras o seguiram com mais ou menos exclamações, mas era Caroline quem se via
chateada dizendo “Porque queremos ir para dentro? Achei que íamos ficar lá fora”
“As cadeira perto não estão em perigo” Damon disse brevemente “Podemos ter a melhor
vista desde aqui de cima, Cadeiras Reais, vamos agora”
Os gêmeos raposas e a humana o seguiram ascendendo as luzes da casa escura por todo o
caminho acima para o mirante no teto.
“E agora onde eles estão?” disse Caroline olhando para baixo.
“Estarão aqui em qualquer minuto” disse Shinichi com uma olhada que era ambos,
desconcertante e de censura que dizia: Quem essa garota acha que é?. Ele não soltou
nenhuma poesia.
“E Elena? Ela estará aqui também?”
Shinichi não respondeu e Misao soltou risos, mas Damon colocou os lábios perto do ouvido
de Caroline e sussurrou.
Depois disso os olhos verdes de Caroline brilharam como os de um gato, e o sorriso de seus
lábios eram de um gato que tinha acabado de pegar um canário.

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